Review - [PSP] God of War - Chain of Olympus
"Sou foda e uso saia, algum problema?"
Quando God of War 1 chegou aos donos de PS2 em março de 2005, nenhum gamer imaginava que essa franquia teria tanto sucesso. God of War revolucionou os jogos hack’n slash por ter um gráfico muito bom e uma jogabilidade ainda não vista em games desse estilo. Em 2007 o game ganhou uma sequência com gráficos ainda melhores, novos movimentos, God of War 2 trouxe uma surpresa ainda maior: O anúncio de uma versão do game no pequeno notável portátil da Sony, o injustiçado PSP (cry DaftPunk, cry D=) – GOD OF WAR: CHAIN OF OLYMPUS – .
A história se passa antes dos eventos do primeiro game para PS2, mostrando para os fãs algumas coisas que ficaram meio vagas durante os dois games da série, o que foi um belo atrativo para se ter o game.
Tudo começa com um ataque a praia de Ática, na periferia da Grécia. O exército Persa, com ajuda do Basilísco tenta tomar tudo para si, então Kratos, conhecido como o Fantasma de Esparta, entra em cena. Após derrotar o rei persa e seu basilísco, Kratos segue uma estranha luz, que logo após cair, deixou o céu negro por completo. Ao chegar à fonte, ele encontra o templo de Apolo e descobre através de Athena que o culpado de tudo é Morpheus, o rei sonho, que deseja a escuridão eterna sobre a terra (que medo nossa) Ela peca por ser muito curta (dá para terminar o game em torno de 4-5 horas). Nota 8 (sim, sou chato. BRIMKS sou legal)
A jogabilidade do game no PSP ficou excelente. Com boa movimentação e liberdade nos controles, a Ready at Dawn (empresa que produziu o jogo) melhorou o que já era bom. Com combos de até 900 hits (a qual quase fiquei com o dedo duro de tanto apertar quadrado, triângulo, bola para conseguir), Kratos trás a destruição por onde passa. O jogo trás alguns puzzles que exigem certa habilidade do jogador na hora de apertar a seqüência de botões, mas nada assustador. O analógico do PSP que por muitas vezes foi criticado, dessa vez encaixou-se perfeitamente no game. O sistema de defesa e contra-golpe também merecem seus méritos, pois tornam o game muito veloz e dinâmico. Nota 10
O titan Atlas
Graficamente falando do game, não há nada do que reclamar de Chain of Olympus. A Ready at Dawn conseguiu tirar leite da pedra do PSP (riariarirairairaiari) trazendo um dos melhores gráficos já vistos no portátil. Com visuais belos e paisagens bem feitas, o jogo bate de frente com jogos como Final Fantasy VII: Crisis Core (outra bela obra de arte do PSP). Nota 10
Não vou analisar a parte sonora por que acho isso muito gay. BRIMKS, o som do jogo mantém a mesma mixagem dos de PS2, mas aproveitando a qualidade sonora do portátil (Estéreo 5.1 muito foda) Nota 9
As gregas são tão prestativas para alivar sua tensão
Finalizando, God of War: Chain of Olympus é um jogo obrigatório para todo possuidor de PSP e é tão épico quanto os seus antecessores. Amantes de jogos de aventura não podem deixar esse game passar em branco.
Nota final: 9,25

